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Branding
04 de junho de 2018

Branding – O DNA que faz toda a diferença para a sua empresa

Basicamente a ideia primordial no conceito de branding é construir, de forma continuada, atributos que deem significado e características próprias e exclusivas a uma marca. Elaborando uma personalidade capaz de conversar com o seu público com representatividade e empatia.

E claro, nós precisamos construir a marca com alicerces sólidos que façam sentido para a empresa e para o seu público: Missão, visão e valores, apesar de serem termos batidos, são fundamentais como norteadores. A imagem que se deseja transmitir deve ser percebida de dentro para fora.

O Branding determina onde a sua marca estará no imaginário do consumidor durante a sua escolha. É a soma dos atributos e promessas da marca que dará ao público uma visão do que a marca pode entregar ao consumidor.

Existe uma proposta envolvendo a marca, que é principalmente um conjunto de valores que será entregue ao cliente.

“Branding: persuadir os de fora a comprar e persuadir os de dentro a acreditar” – Wally Olins

Criar e desenvolver uma marca é, certamente, uma intensa materialização da paixão. Isto porque a satisfação da realização pessoal é, entre muitas das paixões humanas, uma das mais poderosas forças e a mais desenfreada nas suas aspirações e, também, a mais resiliente na intenção e a mais engenhosa nos planos.

Nós somos movidos por relacionamentos, o que nos conecta é a afeição, a simbiose, o desejo por se relacionar, se ver representado, identificado em atitudes e comportamentos.

Por isto, marca é, antes de tudo, a capacidade de traduzir um conjunto de sentimentos, aspirações e experiências, que reúne em torno de si, uma comunidade e indivíduos que compartilham dos mesmos desejos e verdades.

Assim, os pilares da marca precisam estar alinhados com três elementos principais: uma verdade própria, uma causa que dê sentido à sua existência junto à comunidade e amor como força que traz no seu bojo de intenções a empatia, a partilha e a experiência.

A marca é um meio catalisador, onde eventualmente algumas pessoas se envolvem em seus valores, promessas e experiências.

O que é Branding?

Branding é a percepção que o público-alvo tem da sua marca, o quão atraente, desejada, positiva na mente e no coração das pessoas ela tem a capacidade de se tornar.

Em linhas gerais, o branding tem o desafio de dar sentido, forma e traduzir os norteadores da empresa, criar relações sustentáveis o mercado e experiências significativas para o público. E isso envolve desde a concepção da marca até as ações diárias de marketing da empresa.

O Branding vai muito além das interações de consumo, ela cria conexões com todos os públicos que estão à sua volta e que são, sob determinado aspecto, influenciados e influenciadores. Este processo é uma tarefa contínua e que visa promover experiências relevantes e significativas entre a marca e as pessoas.

“Branding é o conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo, que se somam ou subtraem do valor proporcionado por um produto ou serviço para uma empresa e/ou para os consumidores dela.”

Porque investir em Branding?

Porque o Branding sintetiza a essência da marca, ajuda a construir os seus valores e a criar laços emocionais com o consumidor. O Branding não é uma ação de comunicação propriamente dita, mas sim a gestão de todos os aspectos que dão à marca uma dimensão quase como vívida.

O Branding engaja os colaboradores e a melhora a reputação da empresa, reforça a lealdade dos consumidores, chancela a qualidade dos serviços, faz crescer os acessos ao seu site e abre portas nos canais de vendas. E, ao final de tudo, confere valor para a marca e aumenta o seu faturamento.

Quanto investir em Branding?

Quando você começa definindo os valores e a cultura da marca, o Branding é muito mais criativo e eficaz. Quando você desenvolve uma equipe em sintonia com o DNA da empresa fica muito mais fácil definir a estratégia e os propósitos. Todos devem respirar os hábitos de consumo e comportamento dos clientes e as novas tecnologias que estão mudando o cenário.

Sua marca está conectada aos próprios valores e criando conexões verdadeiras com a sua audiência? A hora é agora.

“Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro” Seth Godin

Esqueça o marketing aspiracional!

O recado é simples: se a sua marca quer se relacionar com melhor com as pessoas, é urgente que a sua comunicação desista do aspiracional e assuma a causa da representatividade.

Por muito tempo, grande parte das marcas, baseavam suas estratégias de comunicação naquele modelo de comerciais que reproduzem estereótipos europeus de beleza, por exemplo. A propaganda aspiracional modelava padrões de consumo e comportamento para os quais o público era estimulado ao consumo.

Mas isso tem cada vez menos espaço, e o mercado publicitário está respondendo à demanda dos consumidores por mais diversidade e representatividade.

Durante décadas, o mercado da propaganda produziu uma ficção platônica como artifício de aspiração e desejo. Criamos a mulher perfeita, a casa perfeita, o carro perfeito, o casal perfeito, a família perfeita. Os consumidores gostavam de ver nesses padrões uma projeção de uma vida ideal.

Da representação para a representatividade

É natural que a tecnologia e a hiperconectividade gere transparência e diálogo que impede a criação de ficção nas empresas. O big data permite personalizar o discurso e não apenas encaixotar as pessoas em dados demográficos.

E o mundo e o marketing evoluem a passos largos para mais representatividade e menos representação. Mais necessidade legítima da sociedade e menos defesa exclusiva dos interesses comerciais.

Não é mais dizer: “faça isso, porque esse é o melhor produto”. Esse discurso produz cada vez menos efeito. As marcas da nova economia não surgiram apenas para representar comportamentos ou para oferecer uma opinião sobre o mundo. Foram escolhidas por sua representatividade e pela capacidade de entender os verdadeiros motivos dos seus consumidores e transformá-los em modelos de negócio.

Representatividade é falar de forma franca e verdadeira, ter empatia no discurso e entender diversidade: palavras que traduzem os valores de uma nova ética e estética de marca.

73% dos jovens brasileiros* na faixa dos 30 anos gostaria de ver gente de verdade, com imperfeições, na comunicação das marcas. E o mundo da publicidade, que se gaba de vender infinitas possibilidades, ainda não está atendendo adequadamente à demanda.

Ter um planejamento de marca e cuidar do seu ecossistema dá às empresas a capacidade de se organizarem em torno de uma visão e uma missão. Mas é o DNA da marca que irá traduzir os valores, os anseios, a personalidade e o tom da conversa com que a marca irá interagir com o seu público-alvo.

Na construção de uma marca nós levamos em conta todos os pontos de contato da marca com o cliente e o tipo de experiência que deixaremos como legado ou memória. Ou seja, o DNA da marca abrange todo o arco de valores, propósitos, de serviços, de entrega e mensagem da empresa.

O DNA precisa transbordar de forma uníssona o mesmo propósito tanto no atendimento telefônico, como nas relações trabalhistas, na relação com os fornecedores até mesmo nas cores e formas de uma embalagem ou identidade visual.

SOBRE O AUTOR

Jéssica

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